domingo, 18 de abril de 2010

Signos e seus vinhos preferidos


Estou colocando esta matéria que encontrei, porque achei curioso, ate engraçado e irreal para alguns casos, como o meu por exemplo que sou de peixes....rsrsrs...........
Seja como for, foram realizadas em Londres, no restaurante Plateau, degustações astrológicas com orientação do astrólogo Shelley von Strunckel. A reportagem está no site Bolsademulher.com.

Strunckel garante que os signos têm a ver com a preferência de cada um pelos vinhos.
Sei lá, veja se o seu gosto confere com o seu signo, se não.....bem, continue a beber o que vc gosta, um belo de um vinho, seja ele, tânico, doce, acido, com madeira, sem madeira, o que vale é o seu gosto pessoal........rsrs.

ÁRIES
É chegado aos sabores pungentes, picantes e, assim, um Gewurztraminer da Alsácia seria a escolha ideal.

TOURO
Gosta de sabores doces. Logo um Sauternes, um Tokay ou um alemão Trockenbeerenauslese.

GÊMEOS
Fica com os vinhos mais vivos, ácidos e gelados. Para ele, um Sauvignon Blanc da Nova Zelândia.

CÂNCER
Prefere vinhos mais suaves, até aguados, diluídos, como o baratíssimo Liebfraumilch.

LEÃO
Adora sabores muito ricos, apetitosos, como os de um Madeira Sercial.

VIRGEM
Insiste em paladares e aromas simples e descomplicados, como os de um Chablis, sem carvalho.

LIBRA
Gosta dos sabores clássicos, sutis, equilibrados, como os de um Bordeaux de primeira linha.

ESCORPIÃO
É ligado a gostos intensos e extremos, como os de um Nero D’Avola siciliano ou um Muscat late harvest australiano.

SAGITÁRIO
Gosta de sabores bem fragrantes e picantes. Para ele, portanto, um blend de Cabernet e Shiraz, típico dos vinhos australianos.

CAPRICÓRNIO
Busca por sabores amargos, azedos mesmo, e por isso não se importaria com um vinho atacado pela doença da rolha ou até já avinagrado rejeitado em qualquer restaurante.

AQUÁRIO
Opta por sabores adstringentes e um tanto salgados. Ficaria num Jerez (sherry) com toques salobres, picantes, travosos, como os de um Manzanilla.

PEIXES
Gosta de álcool em geral, afirma o astrólogo. Bebe de tudo, destilados e fermentados, sem preferências. E bebe bem: uma dose só não chega.

quarta-feira, 3 de março de 2010

Chile perde mais de 150 milhões de vinho com o terremoto

O Chile perdeu o equivalente a mais de 150 milhões de garrafas de vinho em consequência do terremoto de 8,8 graus ocorrido no último sábado.


Os produtores chilenos de vinho calculam em US$ 250 milhões os prejuízos com os estragos. A Associação de Vinhos do Chile, entidade que reúne cerca de 90% dos produtores locais, divulgou uma estimativa de que a perda chega a 125 milhões de litros conservados em barris, já engarrafados ou armazenados.

Isso significa mais de 150 milhões de garrafas - o equivalente a um quarto do que é consumido pelo Brasil em um ano. A perda "comparada com a abundante colheita de 2009, que alcançou 1,1 bilhão de litros, equivale a 12,5%", informou a associação em nota enviada ao iG na tarde desta quarta-feira.

Safra do terremoto

A indústria do vinho do Chile é uma das mais dinâmicas do mundo. Exporta mais da metade de sua produção, gerando receitas superiores a US$ 1 bilhão por ano. A colheita de uva de 2010, que deve ser conhecida como "a safra do terremoto", começa neste fim de semana. E os produtores garantem que ela é a prioridade neste momento.

As vinícolas mais afetadas ficam nas regiões de Maule, Bio Bio e Itata, onde o governo chileno decretou estado de emergência. "A área com maior impacto é o coração da produção de vinhos", disse a vinícola Concha y Toro, a maior do Chile em produção e principal exportadora da bebida na América Latina. A empresa suspendeu por pelo menos uma semana sua fabricação e distribuição de vinhos.

Essas regiões, que concentram quase 40 vinícolas e ficam em parte do chamado Vale Central, estão próximas da cidade de Concepción, ao sul de Santiago. Entre as vinícolas, estão rótulos conhecidos produzidos por empresas como Canata, Calina, Carta Vieja, Casa Patronales, J. Bouchon, Terranoble e Via Wine Group.





Estragos na vinícola J Bouchon

O terremoto derrubou um muro antigo sobre parte dos barris da vinícola Julio Bouchon, afetando cerca de 10% da produção da safra de 2009.

"Isso significa algo como 150 mil litros, menos do que outras vinícolas que perderam 500 mil litros", informou ao iG por telefone Gabriela Iturralde, da vinícola J. Bouchon, criada há mais de 100 anos, que fica na região de Maule onde possui cerca de 350 hectares. O vinho engarrafado não foi afetado. A expectativa da vinícola é que a produção se normalize nos próximos dias.

Produtores de vinho como Miguel A. Torres tiveram 300 barris destruídos, uma cuba de aço inoxidável com capacidade de 100 mil litros quebrada além de milhares de garrafas perdidas. "Felizmente a estrutura principal do edifício resistiu ao terremoto, e a empresa espera em breve a recuperação", disse em comunicado.

Infraestrutura prejudicada

Os danos na infraestrutura de portos e rodovias não foram totalmente quantificados pela indústria de vinhos do Chile. A Casa Patronales, que tem sua adega e plantação numa das regiões mais afetadas, espera apenas a retomada da energia elétrica para voltar à normalidade, disse seu diretor comercial, Alexs Fuentealba, ao iG.

"Temos certeza que em curto prazo as encomendas e o cumprimento das obrigações comerciais retornarão à normalidade sem maiores problemas", diz a Associação de Vinhos do Chile, em nota, lembrando da necessidade de reforçar a imagem internacional do vinho chileno no exterior.

Pouco depois, uma mensagem enviada por e-mail por Constanza Aldea, porta-voz da associação dos produtores, alertava para o novo tremor em Santiago, de 5 graus, ocorrido nesta tarde de quarta-feira. "Não sei quanto vai durar isso, mas estamos otimistas. O que mais podemos fazer?"

sexta-feira, 6 de novembro de 2009

Argentina pode chegar a importar 30 milhões de litros de vinho chileno


Devido à escassez de estoque e fatores climáticos, a Argentina pode ser obrigada a importar até 30 milhões de litros de vinho chileno. Até o momento foram comprados 500 mil litros.

A necessidade de importar se dá devido à baixa produtividade do setor neste ano, que produziu 30% menos vinhos do que a quantidade usual. As compras estão sendo dirigidas a vinhos de mesa e vinhos finos de baixo valor.

A medida pode ser considerada uma precaução, já que há previsão de possíveis geadas, que afetariam a colheita. Normalmente, as bodegas trabalham com um estoque de cerca de seis ou sete meses, mas este ano elas não dispõem de reservas para tanto tempo.

Caso as importações cheguem ao valor estimado, corresponderão à cerca de 2,5% do mercado total, já que a Argentina comercializa 1200 milhões de litros de vinho anualmente, tanto no mercado interno quanto no externo.

Esta não será a primeira vez que o país tem de recorrer ao mercado externo: em 1993, a Argentina também comprou vinhos chilenos devido a uma geada no final de 1992 que reduziu a quantidade de uvas a serem colhidas no ano seguinte
Matéria tirada da revista Adega, mês de novembro 2009

quinta-feira, 5 de novembro de 2009

Familia Zuccardi na SBAV-SP

Na noite de terça feira, dia 03/11/09, estive em mais um encontro na Sbav sp, para a apresentação da vinícola família Zuccardi,da região de Mendoza, Argentina, trazida pela importadora Ravin.
Estava ansioso por essa degustação, primeiro porque os encontros na Sbav são de ótima qualidade mas principalmente por poder conhecer alguns dos vinhos da bodega Zuccardi , e o seu famoso Tempranillo da linha Q, um ícone argentino.
Antes da degustação foi passado um vídeo da vinícola, sobre sua historia, desde o seu nascimento ate os dias de hoje. Em seguida foram apresentados 5 vinhos, o Santa Julia Sauvignon Blanc 2009, Santa Julia reserva Malbec 2007, Serie A Bonarda 2007, Malamado Malbec 2005( vinho fortificado) e o grande Tempranillo Q 2005.
Abaixo as minhas anotações sobre esses vinhos, mas já adianto que o vinho da noite sem surpresa foi o Zuccardi Q Tempranillo.







1- Santa Julia Sauvignon Blanc 2009- Teor alcoólico de 12,5%. Com sua cor amarelo palha com tons esverdeados. Destacando em seus aromas o abacaxi, com um leve toque herbáceo, alguns sentiram aspargos, para mim, esse passou batido. Na boca gostei muito , com a acidez bem equilibrada, com sabores de frutas brancas, com um final bem refrescante, mas com pouco retrogosto.81/100 R$ 24,00






2- Santa Julia Reserva Malbec 2007- Teor 13,7%. Cor brilhante , violeta profundo. Seus aromas são bem típicos da Malbec, lembrando frutas maduras como o figo, ameixa, com uma leve presença de baunilha, talves pelos seus 8 meses de carvalho frances. Na boca, um vinho redondo, com taninos macios, mas apresentando um pouco de álcool ainda. Poderia ter um pouco mais de retrogosto. 83/100 R$ 43,00






3- Serie A Bonarda 2007- teor 13%. 30% do vinho passou 10 meses em barril de carvalho Frances. Com uma cor vermelho profundo. Frutas negras como amora, framboesa no seu aroma. Na boca, esperava mais desse vinho, apesar de ser um vinho macio, com os taninos redondos. 81/100 R$ 60,00





4- Malamado Malbec 2005- Um vinho fortificado com 19%. Ficando 25 meses em barricas de carvalho Frances. Difícil não fazer comparação com um legitimo porto, acho que por isso que fui mais critico com esse produto, apesar de ter um aroma agradável de ameixa, no final lembrou um pouco o couro, tostado, poderia ter mais complexidade. Na boca os taninos estão bem delicados, um corpo razoável, mas apesar de tudo, um vinho agradável, bom custo beneficio para esse tipo de vinho. 78/100 R$ 77,00



5- Zuccardi Q Tempranillo 2005- Teor 14%. Amadurecido durante 12 meses em barricas de carvalho americano. Uma linda cor, um rubi intenso.Aromas de frutas negras maduras, com nota de especiarias. Na boca, realmente mostra do porque ser tão famoso, um vinho elegante, taninos macios, redondo, com uma acides correta, um vinho pronto, retrogosto persistente. Realmente não somente para mim, mas para quase toda a sala foi o vinho da noite. 90/100 R$105,00

segunda-feira, 2 de novembro de 2009

Salton Virtude Chardonnay 2008


Eliana e eu resolvemos passar este ultimo final de semana em um hotel aqui mesmo em São Paulo.

Resolvi levar um Salton Virtude Chardonnay 2008, com 13,5%, para nos acompanhar, acompanhado de sashimi de salmon...

Mas o que interessa aqui é o vinho, então vamos a ele.

Logo no inicio, pode-se reparar na bonita cor com que ele tem, um tom palha, com uma certa intensidade.

No nariz pude sentir logo um toque de tostado, abrindo aos poucos para frutas , como o pêssego, maçã.......mas principalmente um aroma que me agrada muito, baunilha e coco.... resultado do tempo em barrica.

Já na boca, começou redondo, com a acidez correta, macio, com um corpo médio para encorpado, uma doçura na medida certa, com um final amanteigado. Se mostrando que é um vinho totalmente equilibrado, moderno......


Nota: 9,2
Nota custo/beneficio: 8,6 ... R$ 45,00

quinta-feira, 29 de outubro de 2009

Sra. Maria Luz Marin e sua Casa Marin



Maria Luz Marin é a enóloga fundadora e
proprietária da casa, conhecida por ser a
primeira mulher a trabalhar na produção de
vinhos no Chile, com um projeto considerado
extremamente radical.










Casa Marin está localizada no Valle de San Antonio a apenas quatro quilômetros do Oceano Pacífico, nesses vales do litoral chileno que se encontram os vinhedos mais próximos do mar, sendo apenas parcialmente protegidos de sua influência. E é justamente por isso que
a enóloga foi considerada demasiadamente arrojada, apostando sozinha no terroir de San Antonio, indo de encontro aos conselhos de
grandes especialistas do país.

Quis colocar essa materia resumida sobre essa vinicola, porque recebi alguns vinhos dela atraves da Sociedade da Mesa, o Cartagena Carmenere 2009 e o Cabernet Sauvignon 2009, que achei muito interessantes, e que cuja observações estarei colocando na proxima postagem.


Fotos e materia copiada do jornal Sociedade da Mesa, agosto de 2009, No 77

terça-feira, 20 de outubro de 2009

Fortaleza do Seival Tempranillo 2007



Ontem a noite, minha namorada e eu, decidimos tomar um dos vinhos que compramos no out let do vinho que ocorreu no shopping Frei Caneca, neste ultimo final de semana. O Fortaleza do Seival Tempranillo 2007, com 13% de teor.
Antes, gostaria de dizer que realmente a feira valeu muito à pena, conheci vinhos ótimos a preços bem convidativos que comprei e com certeza em outra oportunidade estarei postando os comentários sobre esses vinhos.

Para acompanhar esse tempranillo, uma taboa de frios.
No primeiro momento, pareceu ser um vinho bem produzido, gostei da cor, um rubi, com tons violáceos, apresentando lagrimas lentas bem distribuídas.
No nariz, agradou bastante, com um leve toque de madeira, tostado, lembrando um pouco a terra molhada. Com o tempo esse vinho foi evoluindo, seus aromas se diversificaram, gostei muito, bem complexo.
Na boca, um vinho de potencia media com um inicio redondo, taninos macios, adocicados, acides controlada, um vinho bem equilibrado, poderia ter um pouco mais de persistência no retrogosto, mas mesmo assim me agradou muito.
Infelizmente não é um vinho que vai crescer mais, no próprio contra rotulo, já marcar que já esta no auge dele.
Harmonizou bem com os frios, mas acredito que também acompanharia bem com um massa , uma pizza.



Nota: 8,9
Nota Custo / Beneficio: 9,4 Preço de R$ 18,00, na feira, mercado normal, R$ 23,00